sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Cadáver anunciado na fronteira russa

AFP e L'Express

Le président russe, Dmitri Medvedev, a déclaré mardi soir dans une interview que la Russie ne considérait plus Mikheïl Saakachvili comme le président géorgien, et Tbilissi a répliqué en accusant M. Medvedev de vouloir "renverser" la direction géorgienne.
"Pour nous, le régime actuel géorgien a fait faillite. Le président Saakachvili n'existe plus pour nous. Il est un 'cadavre politique'", a déclaré M. Medvedev dans une interview à la chaîne de télévision italienne RAI.
Le président russe répondait à une question sur la participation éventuelle de la Russie à la conférence sur le Caucase prévue en novembre à Rome, à laquelle doit participer M. Saakachvili.
Le ministre italien des Affaires étrangères, Franco Frattini, a confirmé fin août le souhait de l'Italie d'organiser une conférence sur le Caucase "pour une réflexion stratégique" sur les problèmes "politiques, économiques, humanitaires et de sécurité" de la région.
C'est la première fois qu'un dirigeant russe tient des propos aussi durs à l'encontre du numéro un géorgien, qui est dans le collimateur de Moscou depuis le début du conflit entre les deux pays.
A la mi-août, le chef de la diplomatie russe, Sergueï Lavrov, avait suggéré au président géorgien d'abandonner son mandat. "Monsieur Saakachvili ne peut plus être notre partenaire et ce serait mieux s'il partait", avait-il dit.
Les propos de M. Medvedev à la RAI ont aussitôt été fustigés à Tbilissi.
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"Il est extrêmement regrettable que le dirigeant d'un grand pays utilise des méthodes inacceptables pour un monde civilisé dans ses efforts pour miner le gouvernement légitime géorgien", a déclaré le secrétaire du Conseil de sécurité géorgien, Alexandre Lomaïa.
"Le président russe a perdu le contrôle parce que ses efforts en vue de renverser le gouvernement géorgien ont échoué", a dit M. Lomaïa.
Par ailleurs, M. Medvedev a appelé les Etats-Unis à "revoir" leurs relations avec Tbilissi et a estimé que l'Otan "perdrait plus" que Moscou à rompre ses relations avec la Russie.
Il a souligné que la Russie était prête à parler avec la communauté internationale "de toutes sortes de questions, dont le règlement post-conflictuel dans la région" du Caucase.
"Mais nous voudrions que la communauté internationale se rappelle qui a commencé l'agression et qui est responsable de la mort des gens", a ajouté M. Medvedev, en référence à l'offensive militaire lancée le 8 août par la Géorgie dans sa république rebelle d'Ossétie du Sud. L'opération a été contrée par une intervention massive de l'armée russe en territoire géorgien.
En outre, le président russe a assuré que Moscou ne craignait pas d'être exclu du G8, réagissant à certaines déclarations appelant à une telle exclusion.
"Les appels qui se font entendre, je les explique exclusivement par la technologie électorale américaine pour faire monter une cote de popularité sur fond de conflit", a déclaré M. Medvedev.
Le candidat républicain à la Maison Blanche, John McCain, a affirmé dimanche que la Russie était devenue une "autocratie" et qu'il fallait l'exclure du G8, forum qui groupe les huit pays les plus industrialisés du monde (Allemagne, Canada, Etats-Unis, France, Grande-Bretagne, Italie, Japon, Russie).
"Nous n'avons peur d'aucune exclusion du G8", a insisté M. Medvedev. De plus, "nous estimons que le G8 actuel n'est pas capable de résoudre les problèmes sans faire appel à d'autres Etats", a-t-il observé.
"Mais il ne faut pas se faire d'illusions. Nous avons besoin les uns des autres", a estimé le président russe.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Segurança no mercado...

O jornal METRO de hoje fala sobre o negócio da Segurança privada que floresce com o crescimento da criminalidade, fruto de uma lei que facilitou, com intenções pouco claras, a libertação de presos preventivos. Em vez de gastarmos mais dinheiro no ordenado, equipamento e formação dos polícias, com prisões mais dignas e a integrar os presos que se quizerem integrar, preferimos gastar mais dinheiro em segurança privada. No meio disto pode perder-se o bem da população e da Justiça...Ou agora o bem da população e da Justiça é só o que as empresas fornecem? E pagamos duas vezes pelo mesmo serviço: ao Estado e às empresas privadas.
A reintegração dos presos na sociedade é ... esperar que sejam detidos novamente? Assim só ficam favorecidos os que não se deixarem apanhar, ou seja, funciona o mercado e o mérito criminal, que ficam recompensados.
E as empresas querem defender mais a sociedade, como é dever do Estado, ou mais a sua conta bancária e a capitalização bolsista?
Nada contra a iniciativa privada, mas desde que não seja à custa do interesse público, o qual tem sido ignorado por muitos politicos corruptos e corrompidos, vendendo a ideia do Mercado como a melhor receita para tudo e mais umas botas.
Para o mercado, quando se inventa a vacina inventa-se a doença. Quem sofre sempre somos todos nós. Quem queira e possa, paga mais para ter mais segurança, quem não possa ou não queira pagar sujeita-se até a perder a vida.
É, de novo, a Bolsa ou a Vida!

Empresas privadas de Segurança

PROTECÇÃO Quem não tinha, está a tratar disso. Quem já teve e dispensou está a voltar. A sucessão de crimes violentos e a consequente insegurança está a conduzir cada vez mais empresas, particulares e organismos públicos aos serviços de empresas de segurança
privada.
“Notamos mais solicitações, as pessoas sentem-se receosas”, diz ao METRO Rui Silva, presidente da Associação Nacional de Vigilantes.
Espaços que sempre requisitaram este tipo de seviço, como centros comerciais, estão a
mantê-la ou a reforçá-la. Bancos e postos de combustíveis que, denota Rui Silva, “deixaram
de contratar segurança privada há alguns anos”, voltam a solicitar protecção a empresas
privadas.

Negócio de 800 milhões
O volume global de negócios deste sector atinge, de acordo com o Relatório Anual de Segurança Privada de 2007, os 800 milhões de euros. Envolve 203 entidades autorizadas e emprega
quase 39 mil pessoas. Esta tendência para o crescimento, realça o documento do
Ministério da Administração Interna, verifica-se desde 2001.
“Quem vende segurança neste momento só pode ter lucro. É um grande negócio”,
defende ao METRO Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP). Os serviços destas empresas são requisitados não apenas por
particulares e entidades privadas, como por organismos públicos.
A vigilância electrónica e a protecção pessoal são outras áreas da segurança privada em franco crescimento.
“Há um aumento de contratação de serviços de vigilância electrónica e
aquisição de alarmes”, confirma Rui Silva. A protecção pessoal é sobretudo requisitada por
“pessoas mais endinheiradas”, acrescenta Paulo Rodrigues, da ASPP/PSP. “Tenho
conhecimento de famílias que estão a contratar seguranças para levar os filhos à escola”, revela. “Só é lamentável que, actualmente, a segurança apenas esteja ao alcance de quem tem dinheiro”, critica o sindicalista.
A.B.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Rússia: que futuro?

http://www.lemonde.fr/web/chat/0,46-0@2-3214,55-1085123,0.html

Riscos, pela ASAE

Veja o sítio da ASAE e conheça, entre outros, os riscos Biológicos, Químicos e Nutricionais, BQN.
http://www.asae.pt/

A Gladio em livro

NATO's Cold War secret armies researched in a new book At a time when experts are debating whether NATO is suited to deal with the global “war on terror”, new research suggests that the alliance’s own secret history has links to terrorism. The following report written by Daniele Ganser is based on excerpts from his newly released book, “NATO’s Secret Armies. Operation Gladio and Terrorism in Western Europe”, released this week by Frank Cass in London. Building on this data and secondary sources from numerous European countries, “NATO’s Secret Armies” confirms for the first time that the secret networks spread across Western Europe, with great details on networks in Germany, France, Spain, Portugal, Holland, Luxemburg, Belgium, Denmark, Norway, Italy, Greece, and Turkey, as well as the strategic planning of Britain and the US. The stay-behind armies were coordinated on an international level by the so-called Allied Clandestine Committee (ACC) and the Clandestine Planning Committee (CPC), linked to NATO’s Supreme Headquarters Allied Powers Europe (SHAPE).

Dr Daniele Ganser is a Senior Researcher at the Center for Security Studies at the ETH in Zurich. For more information on the topic, compare the research of the Center of Security Studies (CSS) at ETH Zurich.

http://www.axisglobe.com/article.asp?article=1628

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Branquear o Chefe, em Taipei

Em Taiwan, o ex-director da Intelligence local foi acusado de ajudar antigo Presidente do país a branquear dinheiro.
http://afp.google.com/article/ALeqM5iFdKAPn4SR8S5o-sFOwyWRT1SoIg

Diplomata com documentos secretos

Nos EUA, um diplomata é julgado por possuir documentos classificados em casa, aos quais já não tem autorização de acesso.
http://www.dailylocal.com/site/news.cfm?newsid=20021271&BRD=1671&PAG=461&dept_id=635398&rfi=6

Segurança das exportações nos EUA

Um caso que serve de exemplo da liberdade de exportar com a responsabilidade de preservar a Segurança Nacional.

http://www.knoxnews.com/news/2008/aug/29/retired-professor-to-testify-today/

A Internet e a Intelligence

Italianos, chineses e japoneses à frente dos EUA no que toca a incremento de actividade na NET.

http://www.nytimes.com/2008/08/30/business/30pipes.html?_r=1&oref=slogin&pagewanted=all

Tecnologias de rouba-informação

Mais de 80% dos trabalhadores em TI estão dispostos a roubar informação, em determinadas condições.

http://www.pcadvisor.co.uk/news/index.cfm?newsid=103538

Sexo e Espionagem

Às vezes corre bem, outras não. Agora foi entre as Coreias. Há 12 anos o filme 'O Provocador' já falava nisto.

http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/asia/northkorea/2637722/North-Korean-honey-trap-spy-caught.html

Difícil é começar

Dou início a este blog em época de arranque da política internacional, marcada pela Rússia. Mais uma vez, é no espaço ocidental que se criam grandes efeitos globais.
As Informações de Segurança (Intelligence) dizem respeito ao Ambiente, à Saúde, à Energia, aos Alimentos, às Forças Armadas, aos Direitos Fundamentais, à Economia, enfim a todas as actividades que possam colocar a nossa sobrevivência em risco.
Procurarei dar informação e opinião que me pareçam marcantes, na teoria e na prática, sobre estas actividades.
Adianto que acredito ser a Traição e a Ignorância, o pior e mais constante par de inimigos. Viriato, Sertório e outros, que o digam.